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		<title>Manual Campímetro &#8211; Analise de Resultados</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-analise-de-resultados/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 18:15:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

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		<description><![CDATA[28. Analise de Resultados
Exames Central 76/30 e Central 54/24 ( Threshold ):
Descrição das informações técnicas contidas na parte superior do relatório;
Identificação e Endereço do Cliente; nome da clínica e endereço completo, estas informações podem ser atualizadas diretamente pelo usuário. 
Olho: Direito; informação sobre em qual &#8221; Olho&#8221; foi realizado o exame.
Nome: João Alves Teixeira; Nome [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>28. Analise de Resultados</strong></p>
<p>Exames Central 76/30 e Central 54/24 ( Threshold ):</p>
<p>Descrição das informações técnicas contidas na parte superior do relatório;</p>
<p>Identificação e Endereço do Cliente; nome da clínica e endereço completo, estas informações podem ser atualizadas diretamente pelo usuário. <span id="more-145"></span></p>
<p>Olho: Direito; informação sobre em qual &#8221; Olho&#8221; foi realizado o exame.</p>
<p>Nome: João Alves Teixeira; Nome completo do paciente informado pelo operador na tela &#8220;Dados do Paciente&#8221;.</p>
<p>ID: 0017/2001; número sequencial do relatório gerado automaticamente pelo sistema, este número sequencial pode ser alterado pelo usuário.</p>
<p>DDN: 05/07/1944; data de nascimento do paciente informada pelo operador na tela &#8220;Dados do Paciente&#8221;.</p>
<p>Central 76/30; tipo do exame realizado.</p>
<p>Controle de Fixação: Mancha Cega; tipo de método usado para controlar a fixação do paciente.</p>
<p>Perda de Fixação 3/16 (18,7%); indicador de confiabilidade do exame, o exemplo acima informa que durante o exame foram realizadas 16 verificações e em 3 dessas verificações, o paciente estava com o olho fora do ponto de fixação.</p>
<p>Falso Neg Erros: 4/16 (25,0%); indicador de confiabilidade do exame, o exemplo acima informa que durante o exame foram realizadas 16 verificações e em 4 dessas verificações, o paciente estava desatento.</p>
<p>Duração do Exame: 05:38;  tempo de duração do exame.</p>
<p>Fovea: 28 dB  P < 0,5%; valor do limiar foveal obtido no exame. No exemplo acima, o valor obtido foi de 28 dB e a probabilidade deste valor ocorrer em pessoas da mesma idade deste paciente é menor que 0,5%.</p>
<p>Estímulo: III Branco; especificação e cor do estímulo usado no exame. No exemplo acima, foi utilizado o estímulo III (0,43º e 4 mm2 ), de cor branca.</p>
<p>Iluminação: 31,5 ASB; nível de iluminação do fundo da tela de exame, (Background). No <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetro</a> PCLab é utilizado o nivel de 31,5 ASB que corresponde a 25 dB.</p>
<p>Estratégia: Limiar Total; tipo de estratégia utilizada no exame. Opção  selecionada pelo operador na tela &#8220;Configuração do Programa&#8221;.</p>
<p>Diâmetro da Pupila: 6mm; valor do diâmetro da pupila, informado pelo operador na tela  &#8220;Dados do Paciente&#8221;.</p>
<p>Acuidade Visual: 20/20; valor da acuidade visual informado pelo operador na tela  &#8220;Dados do Paciente&#8221;.</p>
<p>RX: +1,0  – 1,5  90º; valor da refração informada pelo operador na tela &#8220;Dados do Paciente&#8221;.</p>
<p>Data: 04/11/2000; data da realização do exame. Informada automaticamente pelo sistema.</p>
<p>Idade: 55; idade do paciente, calculada pelo sistema, com base nas informações da data atual do sistema e da data de nascimento do paciente, informada pelo operador na tela &#8220;Dados do Paciente&#8221;.</p>
<p>Tabela de Limiar (Threshold);</p>
<p>Na tabela numérica, apresentada no lado superior esquerdo do relatório; estão plotados os valores de limiar em dB,  para todos os pontos testados no exame.</p>
<p>O pequeno triângulo, sobre o eixo horizontal, é a indicação do local onde o campímetro encontrou a mancha cega do paciente.</p>
<p>Em dez pontos da tabela, existe um segundo valor de limiar, colocado entre parênteses, logo abaixo do valor principal. Para estes pontos o campímetro determina o valor de limiar por duas vezes, em momentos diferentes do exame. O valor entre parênteses é o valor obtido na segunda determinação.</p>
<p>As diferenças entre estes dois valores obtidos, nos dez pontos, serão utilizados no cálculo do indicador STF, (Short Term Fluctuation).</p>
<p>Quando na tabela aparecer o valor  0 , isto significa que, quando o campímetro apresentou o estímulo de 0 dB de intensidade, o paciente confirmou que percebeu o estímulo.</p>
<p>Quando na tabela aparecer o valor < 0 , isto significa que, o campímetro apresentou o estímulo de 0 dB de intensidade, e mesmo assim o paciente não percebeu o estímulo.</p>
<p>Caso você possua um aplicativo de informática, que elabore desenhos tridimensionais ou possua uma refinada habilidade de imaginar perspectivas espaciais, então você pode obter com os pontos dessa tabela, o desenho real da ilha de visão do paciente.</p>
<p>Para ajudar um pouco a sua percepção espacial; imagine que existam linhas perpendiculares ao plano do papel do relatório e passando por todos os pontos testados; usando qualquer unidade, centímetros por exemplo, marque nestas linhas os valores de limiar de cada ponto; interligue todos os pontos marcados nas linhas; passe tambem uma linha no centro da figura, e marque o valor do limiar foveal; está pronta a figura da ilha de visão do paciente. </p>
<p>Com as informações contidas nesta tabela e na imagem tridimensional da ilha de visão, já poderíamos chegar a algumas conclusões sobre o campo visual do paciente, por exemplo:</p>
<p>Todos os pontos com nível de limiar igual a < 0 dB, são pontos com defeitos absolutos; nem com a intensidade luminosa mais forte disponível no campímetro, o paciente conseguiu perceber o estímulo.</p>
<p>Todos os pontos com nível de limiar igual a 33 dB, são pontos normais, já que o paciente conseguiu perceber o estímulo, com a atenuação máxima, que o campímetro pode dar ao estímulo.</p>
<p>Todos os pontos com nível de limiar entre 0 dB e 20 dB, são pontos com defeitos relativos, já que sabemos que estes níveis de limiar não são normais em nenhuma faixa de idade.</p>
<p>Para os pontos entre 21 dB e 32 dB, nada pode ser afirmado, sem  uma análise mais detalhada, porque dependendo da localização do ponto e da idade do paciente, qualquer destes valores pode estar ou não na faixa de normalidade.</p>
<p>Para facilitar a análise; o campímetro possui um banco de dados interno, contendo todos  os valores de limiar (média de valores entre pessoas de visão normal) para as  idades entre 9 e 90 anos.</p>
<p>Tabela Desvio Total (Total Deviation);</p>
<p>Na tabela numérica, apresentada no lado inferior esquerdo do relatório; estão plotadas as diferenças ponto a ponto entre a tabela de limiar (threshold), obtida no exame e a tabela de valores de limiar normal, referente a idade do paciente existente no banco de dados interno do campímetro.<br />
Para os dez pontos que são testados duas vezes durante o exame, o valor utilizado para este cálculo é o valor médio obtido nas duas leituras. Por exemplo na primeira leitura o valor obtido foi de 26 dB e na segunda leitura, valor entre parênteses, foi de 22 dB; o limiar final para este ponto será 24 dB.</p>
<p>Veja os exemplos:</p>
<p>O paciente tem 53 anos.</p>
<p>Admita que um ponto qualquer na tabela de limiar obteve no exame o valor de 30 dB. Na tabela de valores de limiar normal referente a pacientes de 53 anos, o valor estabelecido para este ponto é 33 dB. Então na tabela desvio total na posição deste ponto, o campímetro vai colocar o valor -3 obtido na operação (30 dB – 33 dB).</p>
<p>Veja outro exemplo:</p>
<p>O paciente tem 60 anos.</p>
<p>Admita que um ponto qualquer na tabela de limiar, obteve no exame o valor de 31 dB. Na tabela de valores de limiar normal referente a pacientes com 60 anos, o valor estabelecido para este ponto é 27 dB. Então na tabela desvio total na posição deste ponto, o campímetro vai colocar  o valor 4 obtido na operação (31 dB – 27 dB).</p>
<p>Esta operação é realizada para todos os pontos da tabela.</p>
<p>Verificando a tabela desvio total, podemos observar que ela é muito mais completa, que a tabela de limiar. Todas as informações necessárias podem ser obtidas diretamente; os valores plotados já são normalizados e informam o quanto o paciente está melhor ou pior que a média das pessoas de sua idade.</p>
<p>Por exemplo, em uma tabela desvio total todos os pontos são iguais a –3; isto sugere que o paciente está com todo o campo visual com uma sensibilidade –3 dB abaixo da sensibilidade das pessoas de mesma idade; ou conforme descrito no ítem "Índices de luminosidade", a sensibilidade do campo visual deste paciente está reduzida a metade da sensibilidade da média das pessoas da mesma idade.</p>
<p>Outro exemplo; em uma tabela desvio total todos os pontos são iguais a 0; isto sugere que este paciente está com todo o campo visual normal. O limiar de todos os pontos de sua retina, são exatamente iguais ao limiar de todos os pontos da média das pessoas de mesma idade.</p>
<p>Outro exemplo; em uma tabela desvio total todos os pontos são positivos; isto sugere que o paciente está com a sensibilidade do campo visual melhor que a sensibilidade da média das pessoas da mesma idade.</p>
<p>Tabela Tons Cinza (Grayscale);</p>
<p>A tabela mostrada na parte superior direita do relatório, tem como objetivo básico, representar a tabela de limiar graficamente. Os 34 níveis de limiar existentes são distribuidos em 07 tons distintos de cinza; os níveis indicadores de maior sensibilidade (33 dB, 32 dB, 31 dB...), são associados aos tons mais claros da escala e os níveis indicadores de menor sensibilidade (0 dB, 1dB, 2dB ...), são associados aos tons mais escuros.</p>
<p>É muito fácil perceber,  que na elaboração  deste gráfico não ocorreram grandes preocupações com o item precisão. Um certo tom cinza pode estar representando um ponto com limiar de 20 dB e o mesmo tom pode também estar representando no mesmo gráfico um outro ponto  com limiar de 24 dB.</p>
<p>Embora em algumas situações o desenho final apresentado no gráfico, seja impactante e  "conclusivo" nunca esqueça que a finalidade básica deste gráfico é representar de forma, pouco precisa, a tabela de limiar do paciente, de modo a chamar a atenção do médico para áreas severamente danificadas.</p>
<p>Indicadores Globais;</p>
<p>Os dois principais indicadores globais (MD e PSD), são obtidos dos dados constantes na tabela desvio total.</p>
<p>O MD (Mean Deviation): é a média aritmética dos pontos apresentados na tabela desvio total. Somente quando a maioria ou a totalidade dos pontos estiverem com nível de limiar alterados,  este indicador atingirá níveis críticos; a fórmula para a obtenção do indicador é:<br />
Onde Xi são todos os elementos da tabela desvio total e n o número de elementos da tabela.</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/11.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/11.jpg" alt="" title="1" width="100" height="70" class="aligncenter size-full wp-image-146" /></a></p>
<p>Para fins didáticos, esta fórmula está um pouco simplificada; a fórmula normalmente utilizada no campímetro é uma fórmula de média aritmética ponderada, onde cada ponto dependendo de sua posição é multiplicado por um certo peso, de modo que defeitos nos pontos mais centrais do campo afetem mais o valor final do MD, que defeitos nos pontos mais excêntricos.</p>
<p>Veja o seguinte exemplo:</p>
<p>Em uma tabela desvio total de um exame Central 76/30; 72 pontos apresentam o valor 0; (valor normal, o limiar do paciente nestes pontos foi igual ao valor da tabela de normalidade da idade) e dois pontos apresentam o valor –33 (valor muito anormal, o limiar do paciente nestes 2 pontos, está 33 dB menos sensível que o valor da tabela de normalidade); o MD calculado para este exame será – 0,89 dB, um valor normal, que indica simplesmente não existirem perdas generalizadas no campo visual. Embora existam perdas localizadas.</p>
<p>Em outro exemplo; em uma tabela desvio total de um exame Central 76/30; 40 pontos apresentam o valor –26 (valor anormal, o limiar do paciente nestes 40 pontos está 26 dB menos sensível que o valor da tabela de normalidade) e 34 pontos apresentam o valor 0 (valor normal).</p>
<p>O MD calculado para este exame será – 14,05 dB, um valor muito fora da normalidade e que indica a ocorrência de uma perda generalizada no campo visual.</p>
<p>O PSD (Pattern Standard Deviation), é o desvio padrão dos pontos apresentados na tabela desvio total. Somente quando alguns pontos estiverem com o nível de limiar alterado, este indicador atingirá níveis críticos: </p>
<p>A fórmula para obtenção do indicador é:</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/21.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/21.jpg" alt="" title="2" width="185" height="76" class="aligncenter size-full wp-image-147" /></a></p>
<p>Onde Xi são todos os pontos da tabela desvio total; MD o Mean Deviation e n o número de pontos da tabela.</p>
<p>Para fins didáticos esta fórmula está um pouco simplificada; a fórmula realmente usada no campímetro também leva em conta a posição de cada ponto e uma ponderação é efetuada.</p>
<p>Veja o seguinte exemplo; em uma tabela desvio total de um exame Central 54/24, 50 pontos apresentam o valor 0; (valor normal, o limiar do paciente nestes pontos foi igual ao valor da tabela de normalidade da idade) e dois pontos apresentam o valor –33 (valor muito anormal, o limiar do paciente nestes dois pontos está 33 dB menos sensível que o valor da tabela de normalidade).</p>
<p>O PSD calculado para este exame, será 6,40 dB um valor fora do normal, que indica a ocorrência de perda localizada no campo visual.</p>
<p>O STF (Short Term Flutuation), é o indicador obtido das diferenças  de níveis de limiar, medidos em dez pontos pré determinados da tabela de limiar, em momentos diferentes do exame.</p>
<p>A fórmula para sua obtenção é:</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/31.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/31.jpg" alt="" title="3" width="171" height="69" class="aligncenter size-full wp-image-148" /></a></p>
<p>Onde Xi1 é o valor de limiar da primeira leitura, Xi2 o valor de limiar da Segunda leitura e n<br />
 o número de pontos retestados; no campímetro PCLab n = 10.</p>
<p>Para fins didáticos esta fórmula está um pouco simplificada; a fórmula realmente usada no campímetro também leva em conta a posição de cada ponto e uma ponderação é efetuada.</p>
<p>O valor do STF, atinge valores anormais se as diferenças entre as duas leituras de níveis de limiar, nos dez pontos pré determinados aumentam.</p>
<p>O STF pode ser avaliado como mais um indicador de confiabilidade do exame; na composição dos índices globais o STF é utilizado no cálculo do CPSD.</p>
<p>O CPSD ( Corrected Pattern Standard Deviation), é o resultado de ajustes feitos no indicador PSD.</p>
<p>O indicador PSD como vimos anteriormente, é calculado a partir dos valores da tabela  desvio total; As variações de limiar nos dez pontos testados para o cálculo do STF, introduzem distorções na tabela desvio total, que consequentemente são transferidas para os indicadores MD e PSD.</p>
<p>A fórmula de cálculo do CPSD, elimina do indicador estas distorções.</p>
<p>A fórmula para sua obtenção é:</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/41.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/41.jpg" alt="" title="4" width="135" height="33" class="aligncenter size-full wp-image-149" /></a></p>
<p>Onde K é um coeficiente de correção; para o exame Central 76/30  k= 1,28 e para o exame Central 54/24  k= 1,14.</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/51.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/51.jpg" alt="" title="5" width="296" height="35" class="aligncenter size-full wp-image-150" /></a></p>
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		<title>Manual Campímetro &#8211; Estratégias</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-estrategias/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-estrategias/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 17:58:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

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		<description><![CDATA[27. Estratégias
Conceitos: 
As diversas estratégias utilizadas nos exames de campo visual, têm a finalidade de otimizar  o tempo de realização do exame sem comprometer o resultado final da avaliação.
A estratégia ideal em termos de precisão, seria aquela onde o limiar de todos os pontos envolvidos fossem levantados dB a dB; o erro de avaliação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>27. Estratégias</strong></p>
<p>Conceitos: </p>
<p>As diversas estratégias utilizadas nos exames de campo visual, têm a finalidade de otimizar  o tempo de realização do exame sem comprometer o resultado final da avaliação.<span id="more-138"></span></p>
<p>A estratégia ideal em termos de precisão, seria aquela onde o limiar de todos os pontos envolvidos fossem levantados dB a dB; o erro de avaliação seria mínimo; mas o tempo do exame seria muito longo e o cansaço e o stress levariam a outros tipos de erros. </p>
<p>Estratégia Full Threshold ( Limiar Total ):</p>
<p>Nesta estratégia o <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetro</a> inicialmente levanta o limiar de quatro pontos, um em cada quadrante, utilizando critérios especiais; incrementos dB a dB até que seja determinado o limiar do ponto.  </p>
<p>Determinado o limiar destes quatro pontos, é calculada uma média aritmética com os valores obtidos e este resultado será o limiar médio, que vai ser utilizado para o teste inicial dos demais pontos.</p>
<p>Continuando o exame; um estímulo (com o valor do limiar médio), é apresentado no próximo ponto em teste. Admita que o paciente confirme que percebeu o estímulo; então o campímetro entende que o limiar deste ponto pode estar melhor que a média obtida.</p>
<p>Estes valores são armazenados, outros pontos são testados e quando este mesmo ponto for novamente avaliado, o campímetro vai apresentar um estímulo 4 dB menos intenso que o valor da média apresentado anteriormente. Enquanto o paciente for percebendo os estímulos, o ciclo se repete, e o campímetro vai apresentando sempre estímulos 4 dB menos intenso.</p>
<p>Quando o paciente confirmar que não percebeu o estímulo; então o campímetro apresenta um estímulo 2 dB mais intenso.</p>
<p>Se o paciente confirmar que percebeu o estímulo, este nível vai ser o limiar para este ponto. Caso ele confirme que não percebeu, então o nível assumido como limiar vai ser o  último nível confirmado por ele.</p>
<p>Veja um exemplo: O valor de limiar medio obtido foi de 20 dB;</p>
<p>O campímetro apresenta 20 dB, o paciente informa que percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro apresenta então 24 dB, o paciente informa que percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro apresenta 28 dB, o paciente informa que não percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro então aumenta o nivel em 2 dB e apresenta 26 dB.</p>
<p>Se neste momento o paciente informar que percebeu o estímulo, então o campímetro assume 26 dB, como nivel de limiar para este ponto.</p>
<p>Se o paciente informar que não percebeu o estímulo, então o campímetro assume 24 dB como nivel de limiar para este ponto.</p>
<p>Veja outro exemplo: O valor de limiar medio foi de 20 dB.</p>
<p>O campímetro apresenta 20 dB, o paciente confirma que não percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro apresenta 16 dB, o paciente informa que percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro então diminui 2 dB e apresenta 18 dB.</p>
<p>Se  neste momento o paciente informar que percebeu o estímulo, então o campímetro assume 18 dB, como o nivel de limiar para este ponto.</p>
<p>Se o paciente informar que não percebeu o estímulo, então o campímetro assume 16 dB como o nivel de limiar para este ponto.</p>
<p>Estratégia Fast Threshold ( Limiar Rápido ):</p>
<p>Nesta estratégia o campímetro utiliza a mesma metodologia empregada na estratégia Full Threshold, para obter o valor de limiar médio.</p>
<p>Continuando o exame; um estímulo (com o valor do limiar médio) é apresentado no próximo ponto de teste. Admita que o paciente confirme que percebeu o estímulo.</p>
<p>Então, o campímetro entende que o limiar deste ponto pode estar melhor que a média obtida.</p>
<p>Estes valores são armazenados, outros pontos são testados e quando este mesmo ponto for novamente avaliado, o campímetro vai apresentar um estímulo 3 dB menos intenso que o valor da média apresentado anteriormente. Enquanto o paciente for percebendo os estímulos; o ciclo se repete e o campímetro vai apresentando sempre estímulos 3 dB menos intenso.</p>
<p>Quando o paciente confirmar que não percebeu o estímulo, então o campímetro assume o nível imediatamente anterior como limiar para este ponto.</p>
<p>Veja um exemplo: O valor de limiar médio obtido foi de 15 dB;</p>
<p>O campímetro apresenta 15 dB, o paciente informa que percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro apresenta 18 dB, o paciente informa que percebeu o estimulo.</p>
<p>O campímetro apresenta 21 dB, o paciente informa que não percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro assume como nível de limiar para este ponto, o valor de 18 dB.</p>
<p>Veja outro exemplo: O valor de limiar médio obtido foi de 15 dB;</p>
<p>O campímetro apresenta 15 dB, o paciente informa que não percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro apresenta 12 dB, o paciente informa que não percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro apresenta   9 dB, o paciente informa que não percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro apresenta   6 dB, o paciente informa que percebeu o estímulo.</p>
<p>O campímetro assume como nível de limiar para este ponto, o valor de 6 dB.</p>
<p>Estratégia Three Zone ( Três Zonas ):</p>
<p>Nesta estratégia o campímetro utiliza a mesma metodologia empregada na estratégia Full Threshold, para obter o valor de limiar médio.</p>
<p>Obtido o valor do limiar médio, o campímetro aumenta em 6 dB este nível e este resultado será o limiar médio, que vai ser utilizado para o teste inicial dos demais pontos.</p>
<p>Continuando o exame;  um estímulo ( com o valor do limiar médio – 6 dB) é apresentado no próximo ponto de teste. Admita que o paciente confirme que percebeu o estímulo; o campímetro vai memorizar e quando o relatório for impresso na posição deste ponto vai ser impresso o símbolo &#8220;o&#8221;.</p>
<p>O campímetro apresenta um outro estímulo ( com o valor do limiar médio – 6 dB ) a outro ponto. Admita que o paciente não confirme que percebeu o estímulo; então o campímetro imediatamente apresenta no ponto o estímulo de 0 dB. Se neste momento o paciente confirmar que percebeu o estímulo; o campímetro vai memorizar e quando o relatório for impresso, na posição deste ponto vai ser impresso o simbolo &#8220;x&#8221;.  </p>
<p>Caso o paciente não consiga perceber nem o estimulo de 0 dB, o campímetro vai memorizar e quando o relatório for impresso, na posição deste ponto vai ser impresso o símbolo &#8220;<a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/81.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/81.jpg" alt="" title="8" width="35" height="35" class="alignnone size-full wp-image-142" /></a>&#8220;.  </p>
<p>A estratégia Three Zone, tem a sua utilização restrita aos exames tipos Screening; exames de triagem ou exames em pacientes idosos, que não suportam a duração de um exame Threshold.</p>
<p>Com o uso dessa estratégia só podemos verificar se um ponto é normal, se apresenta um defeito relativo ou um defeito absoluto.</p>
<p>A estratégia Full Threshold apresenta maior precisão na determinação dos niveis de limiar; a estratégia Fast Threshold é teoricamente um pouco menos precisa, mais o exame é executada em menos tempo e a eliminação de erros provocados por cansaço podem justificar o seu emprego.</p>
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		<title>Manual Campímetro &#8211; Índices de Confiabilidade</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-indices-de-confiabilidade/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-indices-de-confiabilidade/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 17:53:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pclab.com.br/blog/?p=136</guid>
		<description><![CDATA[26. Índices de Confiabilidade
Perda de Fixação: 
A verificação do comportamento do paciente, em manter o olho fixo no ponto central da tela durante o exame, é efetuado com a utilização do método desenvolvido por Heijl &#8211; Krakau.
Este método simples e eficiente, consiste em pesquisar, logo no início do exame, um ponto localizado na mancha cega [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>26. Índices de Confiabilidade</strong></p>
<p>Perda de Fixação: </p>
<p>A verificação do comportamento do paciente, em manter o olho fixo no ponto central da tela durante o exame, é efetuado com a utilização do método desenvolvido por Heijl &#8211; Krakau.<span id="more-136"></span></p>
<p>Este método simples e eficiente, consiste em pesquisar, logo no início do exame, um ponto localizado na mancha cega do paciente. Determinado este ponto, durante todo o resto do exame, um estímulo é periódicamente apresentado neste ponto, se o paciente estiver com o olho fixo no ponto central, ele não vai perceber o estímulo.</p>
<p>Se o paciente estiver com o olho fixo, em qualquer outro ponto da tela, a sua mancha cega também estará deslocada para outra área (Aprox.  15º temporal em relação ao ponto de fixação).</p>
<p>Quando o estímulo for apresentado, na posição da mancha encontrada inicialmente, o paciente vai informar que percebeu o estímulo, e o <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetro</a> vai entender que ele provavelmente está mexendo com o olho.</p>
<p>Uma mensagem vai ser enviada para o paciente, solicitando que ele mantenha o olho fixo na figura vermelha (centro da tela), e o erro é contabilizado.</p>
<p>Caso o paciente continue mexendo com o olho  e o total de erros contabilizados seja superior a  20% dos estímulos apresentados, na sua região de mancha cega, o campímetro informa que o limite foi ultrapassado e o exame deve ser interrompido.</p>
<p>Falso Negativo:</p>
<p>A verificação da concentração do paciente durante o exame é avaliada da seguinte maneira;</p>
<p>Logo no início do exame, o campímetro procura um ponto na região da mácula, onde o paciente confirma que percebeu um estímulo. Após alguns segundos, o estímulo é reapresentado, caso o paciente confirme novamente que percebeu o estímulo, então este ponto fica selecionado para os testes de Falso Negativo.</p>
<p>Durante todo o resto do exame, um estímulo é periodicamente apresentado neste ponto. Se o paciente estiver concentrado no exame, ele deve informar que percebeu o estímulo.</p>
<p>Caso o paciente informe que não percebeu o estímulo, o campímetro vai entender que o paciente está distraído e uma mensagem vai ser enviada, solicitando que o paciente mantenha a atenção no exame, e o erro é contabilizado.</p>
<p>Caso o paciente continue desatento e o total de erros contabilizados seja superior a 33% dos estímulos apresentados, na região onde o paciente inicialmente confirmou a observação, o campímetro informa que o  limite foi ultrapassado  e o exame deve ser interrompido. </p>
<p><a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">CAMPÍMETRO &#8211; O que você deseja saber?</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Manual Campímetro &#8211; Unidades de Luminância</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-unidades-de-luminancia/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-unidades-de-luminancia/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 17:52:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

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		<description><![CDATA[25. Unidades de Luminância
O Apostilb (ASB), Candela e Lux ; são unidades absolutas de luminância. Isto significa por exemplo, que  um estímulo de 1000 ASB em um equipamento de marca Humphrey, será exatamente igual a um estímulo de 1000 ASB em um equipamento de marca PCLab.
Todos os campímetros computadorizados, representam o limiar de sensibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>25. Unidades de Luminância</strong></p>
<p>O Apostilb (ASB), Candela e Lux ; são unidades absolutas de luminância. Isto significa por exemplo, que  um estímulo de 1000 ASB em um equipamento de marca Humphrey, será exatamente igual a um estímulo de 1000 ASB em um equipamento de marca PCLab.<span id="more-116"></span></p>
<p>Todos os <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetros</a> computadorizados, representam o limiar de sensibilidade dos pontos testados em dB (decibell). O dB é uma unidade relativa, isto significa que um estímulo de 20 dB em um campímetro Humphrey, não tem nada a ver (intensidade do estímulo) por exemplo com um estímulo de 20 dB no campímetro Octopus.</p>
<p>Por que usar db? quais as vantagens? ; por que nenhum campímetro usa unidades absolutas, para representar o limiar de sensibilidade dos pontos testados?</p>
<p>O olho humano não responde linearmente a aumentos ou diminuições de intensidade luminosa. Esperimente mostrar a um paciente normal, um estímulo de 10 ASB; ele vai confirmar que percebeu o estímulo. Solicite que ele fique olhando atentamente para o estímulo e que informe qualquer mudança de intensidade que ele perceba; continue aumentando gradualmente o estímulo e vá apresentando ao paciente.</p>
<p>Ele só vai confirmar que notou mudança de intensidade, quando o valor apresentado estiver em 12,6 ASB; continue com a experiência e vá anotando os valores em que o paciente, informa que notou mudança de intensidade; os valores encontrados deverão ser 15,8 ASB; 20,0 ASB; 25,1 ASB; 31,6 ASB; 39,8 ASB; 50,1 ASB; 63,1 ASB &#8230;..</p>
<p>Verifique que a taxa de crescimento entre os valores observados não é constante; e a medida que a intensidade aumenta, maior também é o acréscimo necessário para que o paciente confirme que notou mudanças.</p>
<p>Observe agora como fica complicado usar unidades absolutas para representar os níveis de limiar de sensibilidade, imagine que em um ponto o limiar foi de 15,8 ASB e em um ponto próximo o limiar foi de 20,0 ASB; em outro conjunto de pontos o limiar de um ponto foi 6310 ASB e o limiar do outro ponto foi de 7943 ASB.</p>
<p>Quantos níveis de percepção existem entre estes valores? Fica difícil responder, já que não existe uma taxa de crescimento constante entre os diversos níveis de percepção.</p>
<p>Para os dois casos exemplificados acima, só existe 1 nivel de limiar entre cada conjunto de pontos, embora a diferença de intensidade do primeiro conjunto seja de 4,2 ASB e a do segundo conjunto seja de 1633 ASB.</p>
<p>Uma análise detalhada (matemática) do conjunto de valores obtidos, em nossa experiência, leva a conclusão que o nosso sistema ótico, a semelhança do nosso sistema auditivo, também tem uma resposta exponencial aos estímulos apresentados.</p>
<p>Isto significa que,  se levantar-mos um gráfico com os valores encontrados, a curva resultante será uma exponencial semelhante a curva obtida com a função:</p>
<p>                        <strong>Y = log  X </strong>    </p>
<p>A função log X é simples, bastante conhecida e tem algumas propriedades especiais que justificam a sua utilização.</p>
<p>Existe uma fórmula que permite o cálculo direto da atenuação, para qualquer sistema que se comporte de forma exponencial. (percepção  de intensidade luminosa, percepção de som, propagação de ondas eletromagnéticas, etc.)</p>
<p>No nosso caso, percepção de intensidade luminosa:</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/1.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/1.jpg" alt="" title="1" width="250" height="48" class="aligncenter size-full wp-image-120" /></a>                         </p>
<p>A Intensidade máx. Disponível é a maior intensidade luminosa que o estímulo pode alcançar; no campímetro  PCLab este valor é 10.000 ASB.</p>
<p>A Intensidade em Uso, é qualquer uma das intensidades luminosas que o campímetro pode usar nos exames; o campímetro PCLab utiliza 34 niveis diferentes de intensidade. </p>
<p>A unidade de atenuação é denominada BELL, como esta unidade é muito grande para as nossas necessidades (1 BELL, engloba vários níveis de percepção), utilizamos um décimo dessa unidade e a denominamos dB (deciBell). A fórmula fica com a seguinte estrutura. </p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/2.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/2.jpg" alt="" title="2" width="251" height="48" class="aligncenter size-full wp-image-122" /></a>              </p>
<p>                          Ou escrevendo da maneira mais conhecida;   </p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/3.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/3.jpg" alt="" title="3" width="256" height="42" class="aligncenter size-full wp-image-123" /></a>                </p>
<p>Analisemos alguns exemplos:</p>
<p>O estímulo máximo do campímetro PCLab é 10.000 ASB; vamos calcular qual a atenuação resultante, quando nós apresentarmos um estímulo de 10.000 ASB.</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/4.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/4-300x25.jpg" alt="" title="4" width="300" height="25" class="aligncenter size-medium wp-image-124" /></a></p>
<p>O resultado é obvio; se o nosso estímulo máximo é 10.000 ASB e nós apresentamos 10.000 ASB, não existe nenhuma atenuação ou 0 dB de atenuação. Por esta razão, 0 dB é o estímulo de mais alta intensidade em qualquer campímetro, não importa se o campímetro tem a intensidade máxima de 20.000 ASB, 10.000 ASB ou 4.000 ASB.</p>
<p>Agora vamos calcular, qual a intensidade do estímulo quando a atenuação for igual a 1 dB. </p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/5.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/5-300x48.jpg" alt="" title="5" width="300" height="48" class="aligncenter size-medium wp-image-125" /></a></p>
<p>Para resolver esta equação exponencial lembre que:</p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/6.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/6-300x31.jpg" alt="" title="6" width="300" height="31" class="aligncenter size-medium wp-image-126" /></a></p>
<p>Substituindo: </p>
<p><a href="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/7.jpg"><img src="http://pclab.com.br/blog/wp-content/uploads/2011/08/7-300x52.jpg" alt="" title="7" width="300" height="52" class="aligncenter size-medium wp-image-127" /></a> </p>
<p>Com esta fórmula, podemos calcular todas as intensidade de brilho, correspondentes a todos os níveis do campímetro.</p>
<p>Após  calcularmos todos os níveis  e atenuações correspondentes; é importante observar uma das principais propriedades dessa função:</p>
<p>Atenuação (dB)                Intensidade (ASB)<br />
       0 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 10.000<br />
       1 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 7.943<br />
       2 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 6.343<br />
       3 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 5.000<br />
       4 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 3.981<br />
       5 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 3.163<br />
       6 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 2.500<br />
       7 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 1.995<br />
       8 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 1.585<br />
       9 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 1.250<br />
      &#8230; &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;   &#8230;<br />
      33 &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; 5.10</p>
<p>Observe que a  cada 3 dB o nível de intensidade luminosa cai pela metade; Esta característica é mantida em toda a extensão da curva.<br />
Isto significa que se um ponto testado obteve um valor de limiar de 6 dB e um outro ponto obteve um valor de 9 dB; não importa qual o campímetro, nem qual o brilho máximo utilizado, com toda a certeza, a sensibilidade do ponto de limiar 6 dB é igual a metade da sensibilidade do ponto de limiar 9 dB.</p>
<p>Em outras palavras, para o paciente ver o ponto de limiar 6 dB, foi necessário usar o dobro da intensidade luminosa, usada para o paciente ver o ponto de limiar 9 dB.</p>
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		<title>Manual Campímetro &#8211; Histórico</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-historico/</link>
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		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:07:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

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		<description><![CDATA[24. Histórico
No,  Século  V A.C., os gregos mostram os primeiros estudos sobre o campo visual, com relatos sobre casos de hemianopsia.
Em 1668, Mariotte, descobre a mancha cega, e faz a associação ao nervo óptico.
Em 1855, Von Graefe, mapeia a mancha cega, escotomas centrais, contração de isopteras e Hemianopsias. Forster, desenvolveu o primeiro perímetro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>24. Histórico</strong></p>
<p>No,  Século  V A.C., os gregos mostram os primeiros estudos sobre o campo visual, com relatos sobre casos de hemianopsia.</p>
<p>Em 1668, Mariotte, descobre a mancha cega, e faz a associação ao nervo óptico.<span id="more-113"></span></p>
<p>Em 1855, Von Graefe, mapeia a mancha cega, escotomas centrais, contração de isopteras e Hemianopsias. Forster, desenvolveu o primeiro perímetro de Arco, que utilizava pequenos objetos redondos como estímulos.</p>
<p>Em 1889, Bjerrum, desenvolve a tela tangente, este instrumento era por ele utilizado, para medir a extensão periférica do campo visual e detectar defeitos localizados.</p>
<p>Em 1930, Aimark, desenvolve o primeiro perímetro de projeção.</p>
<p>Em 1945, Hans Goldman apresenta o seu perímetro de projeção em uma superfície curva.   O instrumento criado por Goldman, foi durante muito tempo, o recurso mais utilizado na avaliação do campo visual.</p>
<p>Na década de 50, Louise Sloan; Harms; Aulhorn e Tubinger, reconheceram a importância da Perimetria Estática e o primeiro perímetro (Tubinger) foi apresentado, com designer semelhante ao perímetro de Goldman, porém, com funções que permitiam realização de perimetria estática de maneira mais acessível. Mesmo assim, a realização de perimetria estática manual, consumia muito tempo, especificamente quando era necessário pesquisar o limiar de sensibilidade de vários pontos.</p>
<p>Em 1962, Gerome Gans, apresenta o protótipo de um perímetro estático automatizado.</p>
<p>Na década de 70, a tecnologia de computadores foi introduzida nos exames de campo visual. Lynn e Tate, Frankhauser (Octopus), Heijl e Krakrau (Competer), apresentaram os primeiros modelos. Durante os anos seguintes vários outros modelos foram introduzidos, porém, os três instrumentos mais comumente usados em nosso País são: o PCLab (33FT30); o Humphrey e o Octopus.</p>
<p><a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">CAMPÍMETRO &#8211; O que você deseja saber?</a></p>
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		<item>
		<title>Manual Campímetro &#8211; Introdução</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-introducao/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-introducao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

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		<description><![CDATA[23. Introdução
Objetivo;
O objetivo básico deste capitulo, é manter um registro resumido de todas as informações fornecidas durante a instalação do equipamento.
Todos os itens são abordados de forma concisa e prática, em uma tentativa de transformar este capitulo em um guia de referência para estudos mais aprofundados. No item &#8220;Referências Bibliográficas&#8221;  estão relacionados todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>23. Introdução</strong></p>
<p>Objetivo;</p>
<p>O objetivo básico deste capitulo, é manter um registro resumido de todas as informações fornecidas durante a instalação do equipamento.<span id="more-110"></span></p>
<p>Todos os itens são abordados de forma concisa e prática, em uma tentativa de transformar este capitulo em um guia de referência para estudos mais aprofundados. No item &#8220;Referências Bibliográficas&#8221;  estão relacionados todos os livros utilizados na elaboração deste trabalho.</p>
<p>Conceitos básicos;</p>
<p>Campo visual é o conjunto de pontos no espaço, que o olho fixo em um determinado ponto, consegue perceber.</p>
<p>O termo perimetria se relaciona a possibilidade de se medir o campo visual em uma superfície curva, onde todos os pontos são equidistantes do centro (calota esférica).</p>
<p>Para medições do campo central (30º) é totalmente dispensada à superfície esférica; já que as variações de distância do olho para o centro ou para a borda do campo testado são muito pequenas, podendo em termos práticos serem desprezadas.</p>
<p>No <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetro</a> PCLab 33FT30, os estímulos mais exteriores no campo de 30º são corrigidos, o diâmetro é aumentado, de modo a manter total compatibilidade com os modelos que usam superfície esférica.</p>
<p>Na perimetria cinética, o estímulo é movido de uma região infralimiar para uma região supralimiar.</p>
<p>Na perimetria estática, diversos pontos são determinados para o teste, e o limiar de cada ponto é avaliado individualmente.</p>
<p>O objetivo básico da perimetria é avaliar a presença ou a ausência de defeitos no campo visual.</p>
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		<item>
		<title>Manual Campímetro &#8211; Lentes Corretivas e Operação em Rede</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-lentes-corretivas-e-operacao-em-rede/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-lentes-corretivas-e-operacao-em-rede/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:02:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

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		<description><![CDATA[21. Lentes Corretivas
Quando os campos &#8220;Correção (OD)&#8221; e &#8220;Correção (OE)&#8221; são preechidos na tela &#8220;Dados do Paciente&#8221;, o campímetro automáticamente calcula e mostra na tela &#8220;Configuração do Programa&#8221;, os valores das lentes corretivas que devem ser usadas pelo paciente.
Para o cálculo das lentes corretivas, o campímetro utiliza os seguintes critérios:
Os campos &#8220;Correção (OD)&#8221; e &#8220;Correção [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>21. Lentes Corretivas</strong></p>
<p>Quando os campos &#8220;Correção (OD)&#8221; e &#8220;Correção (OE)&#8221; são preechidos na tela &#8220;Dados do Paciente&#8221;, o campímetro automáticamente calcula e mostra na tela &#8220;Configuração do Programa&#8221;, os valores das lentes corretivas que devem ser usadas pelo paciente.<span id="more-107"></span></p>
<p>Para o cálculo das lentes corretivas, o <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetro</a> utiliza os seguintes critérios:</p>
<p>Os campos &#8220;Correção (OD)&#8221; e &#8220;Correção (OE)&#8221; devem ser preenchidos com os valores da refração esférica (correção para longe).</p>
<p>O campímetro vai calcular a adição necessária considerando; a idade do paciente e a distancia do paciente para a tela do exame (20 cm).</p>
<p>                          Tabela de Adição</p>
<p>    Idade				Adição<br />
    < 30                                                               -<br />
    30 – 39				+ 1,00<br />
    40 – 49				+ 1,50<br />
    50 – 54				+ 2,00<br />
    > 55				+ 3,00<br />
Correção distância olho/tela do exame (20 cm)<br />
distancia				adição</p>
<p>20 cm				+ 2,00</p>
<p>Os valores de correção cilíndrica até –0,25 serão ignorados.</p>
<p>Para os valores de correção cilíndrica entre –0,50  e -1,00 será calculado o equivalente esférico.</p>
<p><strong>22. Operação em Rede</strong></p>
<p>O campímetro modelo 33FT30, já é entregue com placa de rede, drives e software preparado para funcionar em rede.</p>
<p>Se durante a instalação do campímetro, a rede de computadores da clínica já estiver funcionando e a cabeação para a sala onde está o campímetro estiver pronta, a PCLab entrega o seu campímetro funcionando em rede. Todos os médicos da clínica, terão acesso aos exames de seus pacientes diretamente no terminal do seu consultório.</p>
<p>Caso você pretenda implantar a rede de computadores, depois da instalação do campímetro; peça para o seu técnico de rede, ligar pra PCLab e  todas as informações necessárias serão prontamente fornecidas.</p>
<p>CAMPO VISUAL</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Manual Campímetro &#8211; Problemas de Fixação e Exame Periferico (60º)</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-problemas-de-fixacao-e-exame-periferico-60%c2%ba/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-problemas-de-fixacao-e-exame-periferico-60%c2%ba/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 15:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pclab.com.br/blog/?p=104</guid>
		<description><![CDATA[19. Problemas de Fixação
Pacientes com defeitos na região da mácula, frequentemente não conseguem  ver a cruz vermelha no centro da tela do exame, esta falta de referência leva o paciente a ficar mexendo com o olho durante o exame, resultando em exames com baixíssima confiabilidade.
Para tentar resolver este problema, o campímetro dispõe de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>19. Problemas de Fixação</strong></p>
<p>Pacientes com defeitos na região da mácula, frequentemente não conseguem  ver a cruz vermelha no centro da tela do exame, esta falta de referência leva o paciente a ficar mexendo com o olho durante o exame, resultando em exames com baixíssima confiabilidade.<span id="more-104"></span></p>
<p>Para tentar resolver este problema, o <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetro</a> dispõe de uma opção que substitui a cruz vermelha central do exame, por 4 pequenos pontos vermelhos, colocados fora da região da mácula. O operador deve pedir ao paciente, para ele ficar olhando fixamente para o centro do retângulo, formado pelo 4 pontos vermelhos.</p>
<p>Para ativar esta função; na tela Configuração do Programa, click com o mouse em cima da palavra  &#8220;Central&#8221;, na caixa &#8220;Fixação&#8221; no canto inferior direito da tela de opções; ao click do mouse, o texto alternará entre &#8220;Central&#8221; e &#8220;4 Pontos&#8221;.</p>
<p>Com a opção &#8220;4 Pontos&#8221; selecionada, click na seta para a direita e inicie o exame. não será realizado teste de limiar foveal; todos os demais procedimentos são idênticos aos procedimentos descritos em &#8220;Novo Exame&#8221;.</p>
<p><strong>20. Exame Periferico (60º)</strong></p>
<p>Click no menu &#8220;Arquivo&#8221; e novamente click em &#8220;Novo Exame&#8221;.</p>
<p>Preencha os campos da tela Dados do Paciente.</p>
<p>Click em seta para a direita.</p>
<p>Na tela Configuração do Programa, selecione o exame Peri 68/60; escolha o &#8220;Olho&#8221; e click em seta para a direita.</p>
<p>Faça todos os outros procedimentos descritos em &#8220;Novo Exame&#8221;.</p>
<p>O exame é iniciado e o campímetro testa o campo mais central da visão do paciente, ao término dessa etapa o exame é automaticamente interrompido e a cruz vermelha se desloca para o lado direito da tela.</p>
<p>O operador deve solicitar ao paciente que ele movimente o olho, de modo a fixar a cruz vermelha em sua nova posição.</p>
<p>Perguntar ao paciente se está tudo Ok; caso positivo, tecle Enter e o programa continua o teste. Ao término dessa etapa o programa é novamente interrompido e a cruz vermelha se desloca para o lado esquerdo da tela.</p>
<p>O operador deve solicitar ao paciente, que ele movimente o olho, de modo a ficar a cruz vermelha em sua nova posição.</p>
<p>Pergunte ao paciente se está tudo Ok; caso positivo tecle enter e o programa continua o teste.</p>
<p>No prosseguimento do exame, a cruz vermelha ainda se posicionará na parte superior e inferior da tela; execute os mesmos procedimentos descritos anteriormente.</p>
<p>Fim do exame.</p>
<p>Ao chegar no final do exame, o campímetro informa ao operador e coloca no centro da tela a mensagem &#8220;Fim do Exame&#8221;.</p>
<p>O paciente deve ser retirado da frente do campímetro e o operador deve clicar com o mouse em qualquer lugar da tela. O exame vai ser gravado automáticamente e apresentado na tela do computador.</p>
<p>Todos os demais procedimentos são idênticos aos procedimentos descritos em &#8220;Novo Exame&#8221;.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Manual Campímetro &#8211; Blue /Yellow e Triagem</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-blue-yellow-e-triagem/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-blue-yellow-e-triagem/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 14:56:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

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		<description><![CDATA[17. Blue /Yellow
Click no menu &#8220;Arquivo&#8221; e novamente click em &#8220;Novo Exame&#8221;.
Vai aparecer uma tela denominada Dados do Paciente .
Preencha a tela Dados do Paciente.
Click na seta para a direita.
Vai aparecer uma tela denominada Configuração do Programa.
Na tela Configuração do Programa, click em Central 76/30, click no &#8220;Olho&#8221; desejado, click na estratégia &#8220;Três Zonas&#8221; e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>17. Blue /Yellow</strong></p>
<p>Click no menu &#8220;Arquivo&#8221; e novamente click em &#8220;Novo Exame&#8221;.</p>
<p>Vai aparecer uma tela denominada Dados do Paciente .</p>
<p>Preencha a tela Dados do Paciente.<br />
Click na seta para a direita.</p>
<p>Vai aparecer uma tela denominada Configuração do Programa.<span id="more-102"></span></p>
<p>Na tela Configuração do Programa, click em Central 76/30, click no &#8220;Olho&#8221; desejado, click na estratégia &#8220;Três Zonas&#8221; e click em &#8220;B&#8221; na caixa &#8220;Côr do Estímulo&#8221;.</p>
<p>Click na seta para a direita.</p>
<p>Vai aparecer uma tela de realização do exame (Fundo amarelo e Estímulos azuis).</p>
<p>Neste exame não é determinado o limiar foveal; todos os outros procedimentos são idênticos aos procedimentos descritos na seção  &#8220;Novo Exame&#8221;.</p>
<p><strong>18. Triagem</strong></p>
<p>Caso você necessite executar programas para triagem de pacientes, use o programa Central 76/30, na estratégia Três Zonas. A duração média do exame, é da ordem de 3 minutos.</p>
<p>Click no menu &#8220;Arquivo&#8221; e novamente click em &#8220;Novo Exame&#8221;. </p>
<p>Vai aparecer uma tela denominada Dados do Paciente. </p>
<p>Preencha a tela Dados do Paciente.</p>
<p>Click na seta para a direita.</p>
<p>Vai aparecer uma tela denominada Configuração do Programa.</p>
<p>Na tela Configuração do Programa, click em Central 76/30, click no &#8220;Olho&#8221; desejado, click na estratégia &#8220;Três Zonas&#8221; e click em &#8220;W&#8221; na caixa &#8220;Cor do Estímulo &#8220;.</p>
<p>Click na seta para a direita.</p>
<p>Vai aparecer a tela de realização do exame.</p>
<p>Todos os demais procedimentos são idênticos aos procedimentos descritos em &#8220;Novo Exame&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">CAMPÍMETRO &#8211; O que você deseja saber?</a></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Manual Campímetro &#8211; Laudo Automático</title>
		<link>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-laudo-automatico/</link>
		<comments>http://pclab.com.br/blog/manual-campimetro-laudo-automatico/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 14:55:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manual Campímetro]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://pclab.com.br/blog/?p=99</guid>
		<description><![CDATA[16. Laudo Automatico
As rotinas de laudo automático, já estão disponibilizadas para os exames Central 76/30 e Central 54/24 em todas as estratégias.
Para solicitar o laudo:
Após o final de um &#8220;Novo Exame&#8221; ou através de &#8220;Procurar Exames&#8221;, mostre o relatório desejado na tela do computador.
Click com o mouse sobre a palavra &#8220;Comentários&#8221;, localizada na parte inferior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>16. Laudo Automatico</strong></p>
<p>As rotinas de laudo automático, já estão disponibilizadas para os exames Central 76/30 e Central 54/24 em todas as estratégias.</p>
<p>Para solicitar o laudo:</p>
<p>Após o final de um &#8220;Novo Exame&#8221; ou através de &#8220;Procurar Exames&#8221;, mostre o relatório desejado na tela do computador.<span id="more-99"></span></p>
<p>Click com o mouse sobre a palavra &#8220;Comentários&#8221;, localizada na parte inferior esquerda do relatório, ou simplesmente tecle a letra &#8221; L&#8221;.</p>
<p>Vai aparecer sobre o relatório, uma caixa com 16 linhas para edição de texto.</p>
<p>Caso no menu &#8220;Manutenção/Configurações &#8220;, estiver selecionado &#8221; Laudo(Auto) &#8220;; na caixa  de edição de texto já vai aparecer automáticamente o laudo do exame.</p>
<p>Caso no menu &#8220;Manutenção/Configuração&#8221; , não estiver selecionado &#8220;Laudo(Auto)&#8221;; na caixa de edição de texto, todas as linhas serão apresentadas em branco. Para que o laudo seja mostrado, nesta situação, será necessário clicar com o mouse no botão &#8220;Comentários&#8221;, localizado na parte superior esquerda da caixa de texto.</p>
<p>Em nenhuma situação o <a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">campímetro</a> escreve automáticamente sobre um laudo já existente. se já existir um laudo feito anteriormente, e você quizer ver o laudo do campímetro; click no botão &#8220;Apagar&#8221;, localizado na parte superior direita da caixa de texto; todas as linhas do laudo anterior serão apagadas; click no botão &#8220;Comentários&#8221; e o laudo do campímetro será apresentado.</p>
<p>Se você desejar retornar ao laudo inicial click no botão &#8220;Recuperar&#8221;, localizado na parte  superior central da caixa de texto.</p>
<p>Para imprimir o relatório e o laudo:</p>
<p>Click no botão com o símbolo da impressora, localizado na parte inferior direita da tela e o relatório e o laudo, ( caso tenha sido solicitado ao campimetro ou digitado pelo médico ), serão automaticamente  impressos.</p>
<p>Para imprimir só o laudo:</p>
<p>Caso voce tenha impresso  o relatório sem o laudo e queira acresentar o laudo ao relatório já impresso; click com o mouse na caixa de opções &#8220;Laudo&#8221; localizada na parte inferior direita da tela, logo abaixo do botão da impressora, recoloque o papel do relatório na impressora e click no botão com o simbolo da impressora.</p>
<p><a href="http://www.pclab.com.br/produtos-campimetro.php">CAMPÍMETRO &#8211; O que você deseja saber?</a></p>
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